quarta-feira, 15 de julho de 2015

Dieta rica em açúcar é associada à depressão

 


Dr. Roberto Navarro Sousa Nilo NUTRÓLOGO - CRM 78392/SP
ESPECIALISTA MINHA VIDA
texto extraído de: http://www.minhavida.com.br/alimentacao/materias/18743-dieta-rica-em-acucar-e-associada-a-depressao?utm_source=news_mv&utm_medium=ciclos&utm_campaign=depressao
Ao longo dos últimos anos os estudos de neurofisiologia vêm mostrando que determinados alimentos têm a capacidade de estimular diretamente a serotonina e a dopamina, podendo também viciar nosso cérebro na busca constante por eles. Tanto o açúcar como os alimentos "gordurosos" estimulam a serotonina e a dopamina, respectivamente. 
Vamos entender isto melhor? A serotonina, neurotransmissor que atua no humor, sono, apetite, relaxamento e bem-estar, não surge do além no nosso cérebro sendo necessário fabricá-la. Entra aí uma matéria-prima fundamental para a produção da serotonina, um nutriente (aminoácido) chamado triptofano, provindo de fontes alimentares, mas que para conseguir entrar dentro do cérebro e servir como matéria-prima para formar a serotonina necessita da ?carona? da glicose, que é outro nutriente gerado pela ingestão dos carboidratos, como os cereais, legumes e verduras, frutas e entrando aí também os açucares e doces como exemplos. 
Uma dieta isenta de carboidratos, como muitos fazem para perder peso, leva muitos seguidores à um tremendo mau humor e irritabilidade, possivelmente por queda de serotonina cerebral. Aliás, é a queda da serotonina e da dopamina no cérebro que desencadeia os quadros de depressão, não à toa os medicamentos prescritos pelos psiquiatras para o tratamento da mesma têm como objetivo equilibrar os níveis destes neurotransmissores. Mas por quais motivos há a queda de serotonina no cérebro? Além da predisposição genética, fatores hormonais podem influenciar como a alteração de determinados hormônios antes da menstruação, levando a mulher à ficar ávida por doces.  
A triptamina, substância encontrada no chocolate, estimula diretamente a produção da serotonina, justificando então esta necessidade de abocanhar uma caixa inteira de chocolate que muitas mulheres têm antes de menstruar. Fatores como estresse contínuo (emocional, físico, etc) também são capazes de levar a queda de serotonina no cérebro, desencadeando também quadros de depressão. 
Estudos publicados nos últimos anos associam dieta rica em açúcares com maior tendência à depressão, embora muitos deles tenham número baixo de participantes, não podendo extrapolar para a população geral, já que existem fatores genéticos (individuais) que tornam determinadas pessoas à serem mais susceptíveis à depressão, não correlacionada diretamente com o consumo de açúcares. Um estudo publicado em abril de 2014 no Journal Plos One (Journal.Pone) concluiu que uma dieta rica em bebidas açucaradas pode aumentar o risco de depressão em idosos, ao passo que o consumo de cafeína em níveis adequados poderia diminuir o risco neste mesmo grupo. 
De qualquer forma, toda vez que há um estímulo intenso na produção de um neurotransmissor, como a dopamina e a serotonina, por exemplo após o uso recreativo de uma droga, passado o efeito estimulatório em seguida certamente virá uma sensação desagradável de depressão, justamente pela queda súbita destes neurotransmissores após o hiper estímulo. Pessoas que utilizam cocaína de maneira recreativa referem uma sensação de depressão quando termina o efeito da droga. É possível então que pacientes com tendência à depressão ou mesmo já deprimidos, após consumirem açúcar e terem sua serotonina estimulada queiram repetir seu consumo constantemente após algum tempo de sua ingesta, à fim de manter a sensação de prazer desencadeada pelo açúcar, tornando-se então um ciclo vicioso. 
Outra linha de raciocínio também pode ajudar a compreender os estragos do açúcar no cérebro. Sabe-se que a elevação exagerada da glicose (açúcar) no sangue leva à uma oxidação (glicação) de determinas células, incluindo os neurônios cerebrais, fato este capaz de atrapalhar a neurotransmissão, que é a capacidade dos neurônios de se comunicarem adequadamente entre si, influenciando então negativamente no perfeito funcionamento cerebral, incluindo a ação adequada dos neurotransmissores. Com este mecanismo de neurotransmissão prejudicado poderia haver um ação menos eficiente da serotonina. Estudos estão em andamento para confirmar esta hipótese. 
Realmente, em termos científicos, é difícil concluir se o consumo excessivo de açúcar desencadeia a depressão ou se o depressivo tem no açúcar um "alimento conforto" que lhe traga sensação de "prazer", ou seja, se é causa ou consequência. 
Enfim, o ideal é que devemos fornecer para o cérebro, através da nossa alimentação, nutrientes que sejam importantes para a produção da serotonina, como é o caso do triptofano, encontrado nas oleaginosas como as castanhas, nozes, amêndoas e amendoim, peixes, iogurte, ovo, ervilha, banana, couve-flor, entre outros. O ácido fólico, encontrado também na lentilha, levedo de cerveja, feijão preto, grão de bico, brócolis, espinafre, contribui também para a produção dos neurotransmissores cerebrais envolvidos no humor e bem estar, contribuindo para a diminuição do risco na prevalência da depressão, já que estudos correlacionaram maior número de pessoas depressivas em populações com baixa ingestão de ácido fólico. 
No mais também é importante procurar profissionais capacitados para abordar de maneira precisa o diagnóstico e tratamento da depressão que na maioria das vezes leva à uma perda de qualidade de vida comprometendo o dia a dia das pessoas que se encontram nesta condição. Cuide-se e busque uma alimentação saudável sempre que possível. 
No mais também é importante procurar profissionais capacitados para abordar de maneira precisa o diagnóstico e tratamento da depressão que na maioria das vezes leva à uma perda de qualidade de vida comprometendo o dia a dia das pessoas que se encontram nesta condição. Cuide-se e busque uma alimentação saudável sempre que possível. "

Além da alimentação, podemos lançar mão também de terapias como a Aromaterapia, a acupuntura, massagens, Florais. Em Aromaterapia podemos pensar em blends de óleos essenciais com Bergamota ou Laranja Doce, Canela e Cacau.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

UM NOVO DESAFIO

Lendo essa frase que achei meio que sem querer, me toquei o quanto ela está sendo verdadeira para mim esses dias e em especial, hoje.


Começo hoje mais uma experiência, movida pelo desejo de espalhar um pouco do que tenho aprendido sobre aromaterapia e essa maravilha que a natureza nos disponibiliza, através de uma rádio. Já me perguntaram como será falar de aromaterapia sem que as pessoas possam sentir o aroma dos óleos que vou falar.... e esse é o desafio.... fazer com que as pessoas sintam em seus corações, o aroma e a missão de cada um dos óleos que pretendo falar.


Se vai dar certo? Bom, isso não sei. O que sei, é que vou fazer com carinho, com dedicação  - porque entendo que assim como o carinho, a amizade, o conhecimento também pode ser encaixado naquela frase do Pequeno Príncipe: " você se torna responsável por tudo aquilo que cativas!.... 
Para quem se interessar: www.compartilhandoosaber.com.br - segundas-feiras às 19 horas - Programa Aromas e muito mais.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Como o  título do blog diz: Aromas e Muito Mais, esse Muito Mais inclui tudo o que diz respeito à saúde, ao bem-estar, ao bem-viver, a outras terapias holísticas, numerologia, astrologia, enfim, tudo o que tiver a ver com o Ser Humano e sua melhoria.

Por isso por vezes, eu republico, artigos que encontro ou que recebo , sobre assuntos diversos. E o de hoje não foge à regra.

Como diz Dr. Atkins em seu livro A solução do Vitanutriente,  "quando é constatada a deficiência do vitanutriente, seu valor acaba aumentando muito. Infelizmente os hábitos modernos de alimentação tornam as deficiências comuns. Apesar de o alimento por si só ter sido suficiente para a manutenção da boa saúde no passado, hoje em dia, enfrentamos uma variedade de riscos artificiais que acabam com os nutrientes que antes existiam em nosso corpo....
... A beleza da medicina complementar está no fato de visar tanto à prevenção quanto à cura das doenças. Essencialmente, seu funcionamento consiste em aproveitar a farmácia do nosso próprio corpo, que reabastece o que foi esgotado e repõe o que está faltando. Os vitanutrientes, em dosagem adequada, estimulam essa farmácia, ajudando na obtenção de resultados em os desconfortáveis e desnecessários efeitos colaterais."

Complexo B: O tima da energia
Quando descobriram a relação entre vários aspectos da saúde e algumas substâncias químicas do alimento, os pioneiros nutricionais das décadas de 20 e 30 tiveram de voltar um pouco no caminho. Ao descobrirem a aparente chave nutritiva para o processo vital do corpo, acabavam voltando ao mesmo alimento, encontrando uma nova substancia completamente diferente, envolvida na mesma função ou em função similar. Finalmente compreenderam que estavam lidando com um conjunto de nutrientes inter-relacionados, hoje conhecidos como vitaminas do Complexo B. Embora cada membro dessa família de nutrientes tenha propriedades terapeuticas especiais e únicas, eles compartilham dois pontos em comum:
a) são responsáveis pela produção da energia, extraindo combustível dos carboidratos, das proteínas e das gorduras dos alimentos
b) existem juntos na natureza"

 Então falemos hoje, de uma das  vitaminas do Complexo B ( o texto abaixo foi  compartilhado por Fabian Laszlo).

Aplicações Clínicas das Vitaminas do Complexo B
 
 
Vitamina B6 (piridoxina) e Depressão
A depressão pode estar relacionada com a deficiência de vitamina B6 (piridoxina) no organismo, fazendo com que o indivíduo desenvolva sintomas como como irritabilidade, sensação de tristeza, fadiga e falta de energia.
A vitamina B6 (piridoxina) é fundamental para o sistema neurológico, pois está envolvida na síntese de neurotransmissores. A carência dessa vitamina causa queda nos níveis de serotonina, resultando em problemas de humor e 
depressão.
Esses sintomas podem ser tratados com o aumento da ingestão dessa vitamina, através de alimentos (peixes, carne vermelha, banana) ou através de suplementos vitamínicos. É importante não exagerar pois o excesso de vitamina B6 também pode trazer danos a saúde do indivíduo.
A depressão pode estar relacionada com a deficiência de vitamina B6 (piridoxina) no organismo, fazendo com que o indivíduo desenvolva sintomas como como irritabilidade, sensação de tristeza, fadiga e falta de energia.
A vitamina B6 (piridoxina) é fundamental para o sistema neurológico, pois está envolvida na síntese de neurotransmissores. A carência dessa vitamina causa queda nos níveis de serotonina, resultando em problemas de humor e depressão.
Esses sintomas podem ser tratados com o aumento da ingestão dessa vitamina, através de alimentos (peixes, carne vermelha, banana) ou através de suplementos vitamínicos. É importante não exagerar pois o excesso de vitamina B6 também pode trazer danos a saúde do indivíduo.
O excesso de vitamina B6 (piridoxina) (500 a 3000 vezes a quantidade diária recomendada), pode trazer grandes prejuízos para a saúde do indivíduo, provocando lesões nos nervos e destruição de parte da medula espinhal.
Doses elevadas são recomendadas para o tratamento de TPM e para a síndrome do canal cárpico, porém muitas vezes a dose não é bem administrada pelo paciente, resultando na intoxicação neurológica.
As lesões nos nervos e na medula espinham, produz dificuldades no andar do paciente. O tratamento desses sintomas é feito através da interrupção dos suplementos de vitamina b6, porém é uma recuperação lenta e pode deixar sequelas permanentes.
Saber onde encontrar vitamina B6 (piridoxina) é importante para proteger o organismo de diversas doenças. A vitamina B6 pode ser encontrada em alimentos como:
• Peito de Frango
• Frutas (Banana, Melancia)
• Peixes (Salmão e Atum)
• Batata
• Arroz
• Soja
• Espinafre
• Gérmen de trigo
• Ervilha
• Semente de Girassol
Os médicos recomendam a ingestão de 2mg de vitamina B6 diariamente. Essa vitamina ajuda o metabolismo das gorduras e proteínas e auxilia na formação da hemoglobina.
Os indivíduos que tem uma dieta rica em vitamina B6 tem menos probabilidade de desenvolver doenças cardíacas, depressão e sintomas da TPM.

Os principais benefícios da vitamina B6 (piridoxina) são:
• Prevenção de doenças cardíacas;
• Diminuição da pressão sanguínea;
• Diminuição do colesterol;
• Auxilio no metabolismo de proteínas e gorduras;
• Formação da hemoglobina;
• Redução da retenção de líquidos;
• Prevenção de reumatismo;
A vitamina B6, também chamada de piridoxina, é uma substancia importante para o equilíbrio metabólico, para o sistema nervoso e a pele.

(Tua Saúde)

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sexta-feira, 19 de junho de 2015

Sinergia para pele

(extraído de matéria do facebook da Laszlo)



SELECIONANDO ÓLEOS ESSENCIAIS


Dia frrrrrrrrio, chuva (abençoada!) caindo ... típico para reflexões não é mesmo? E que óleos utilizar em um dia assim? Ah, óleos que alegrem (como os cítricos), que nos tragam sensação de calor (canela por exemplo), aconchego (amadeirados ). Mas não podemos esquecer que além dessa sensação física, temos que pensar no ambiente em que estamos (nossa casa, nosso escritório, nossa sala de aula), no nosso estilo de vida, porque do contrário, como diz Shirley Price no seu livro Aromaterapia e as emoções,  "será como se você estivesse dirigindo um carro com a mão quebrada". E o que eu entendo disso é que, se estou no escritório, não posso sair utilizando uma mistura de óleos que eu goste, sem consultar os demais. A mesma coisa se estou em casa e não estou sozinha, tenho que pensar se as outras pessoas gostam, de repente ,do cheiro de canela! Então, é sempre bom antes de sair colocando algumas gotinhas por aí , no difusor elétrico ou no vaporizador, fazer uma pesquisa de opinião, combinado?

E aproveitando que o inverno está chegando, vamos relembrar aqueles conselhos tão antigos, mas tão sábios: aquecer sempre bem os pés (que tal um bom escalda-pés à noite, com óleos reconfortantes ou até mesmo com chás como camomila, flores de lavanda). Depois, enxugue bem e passe um creme ou um óleo , massageando bem a planta dos pés . Mantenha a cabeça coberta ao sair (cerca de 50% do nosso calor, sai pela cabeça), beba água (não vamos esquecer que inverno é tempo dos Rins, que precisam de calor e de água),  olho na alimentação sem exageros, lembrando que é a qualidade e não a quantidade que importa. Permaneça mais em casa, aproveite para colocar a leitura em dia, para
confraternizar com amigos e familiares, tomar aquele chá da tarde com todos reunidos aos finais de semana. Exercícios físicos... ah, esses não podem ser esquecidos só porque está frio. Troque as caminhadas ao ar livre se estiver muito frio, por esteira, escadas (só subida..). Movimente-se, não contraia seus músculos, ative sua circulação e ...bom inverno!